Projetos ambientais da Braskem elevam o reúso de água da companhia

postado por amoura @ 11:17 AM
29 de abril de 2013

 

 Dois grandes projetos desenvolvidos pela Braskem nas unidades do ABC Paulista e na Bahia elevarão a taxa de reúso de água da companhia em 36% neste ano. O Aquapolo, desenvolvido em São Paulo, e o Água Viva, projeto da Unidade de Insumos Básicos (UNIB) da Bahia, levarão à Braskem até 2 mil metros cúbicos de água por hora, gerando benefícios que vão além da economia de água potável, reduzindo o uso de produtos químicos no tratamento de água, além de proporcionar um menor impacto nos recursos hídricos das regiões onde os projetos estão alocados.

 O Água Viva elevará, na sua primeira fase, em quase 140 litros por segundo o uso de água reciclada na unidade onde está implantado. Já o Aquapolo, considerado o maior projeto de tratamento de água para uso industrial da América Latina, fornece atualmente à companhia quase 1000 metros cúbicos por hora, tornando mais de 90% da água utilizada na empresa em água de reúso.

Para o engenheiro Fernando Gomes, diretor do Aquapolo, a tendência é que as empresas, a cada dia, busquem preservar o meio ambiente e, consequentemente, investir na questão dos recursos hídricos, como foi o caso da Braskem. “A região do ABC paulista apresenta o menor índice de disponibilidade hídrica de São Paulo e concentra o mais importante polo industrial do Estado. A Braskem é uma das maiores empresas do local e deu um importante passo ao estabelecer a parceria que viabilizou a implantação do projeto”, diz.

Os benefícios do investimento no reúso de água compreendem não só a economia de água potável, mas também reduzem o uso de produtos químicos no tratamento de água e o impacto nos recursos hídricos das regiões onde os projetos estão alocados. Para Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, investir em projetos como o Aquapolo e o Água Viva são objetivos da empresa, que, a cada dia, busca desenvolver ações sustentáveis diferenciadas. “Crescer de forma sustentável, com foco em excelência nas questões de saúde, segurança e meio ambiente, é uma diretriz estratégica para a empresa. Para 2013, estão previstas várias outras iniciativas para a redução do uso de recursos naturais”, conta.

Casas são construídas com soluções sustentáveis e economia de água

postado por amoura @ 11:13 AM
29 de abril de 2013


As construções sustentáveis já são uma realidade no Brasil. Grandes construtoras e proprietários de casas e apartamentos avançam cada dia mais na utilização de métodos que vão além da reciclagem do lixo para a preservação do meio ambiente e a redução do consumo de água para algumas atividades desenvolvidas nas residências. No dia a dia, o controle para a redução dos impactos ao meio ambiente pode estar presente nos equipamentos utilizados na obra e em alternativas que podem ser instaladas em casas ou apartamentos mesmo depois da obra concluída. Eles não elevam excessivamente o preço da construção e, geralmente, reduzem os custos mensais da casa, principalmente se forem pensados durante a concepção do projeto.

Entre os principais recursos utilizados nas chamadas construções verdes estão o reúso de água da chuva, telhado verde, tinta natural, madeira plástica e piso de bambu. Além disso, pequenos aparelhos como a descarga com válvulas de acionamento duplo, chuveiro que mede a quantidade de água utilizada durante o banho e torneiras temporizadas podem fazer toda a diferença na hora de reduzir o consumo diário da água na casa.

O consumo de água foi o principal motivo pelo qual a advogada Fernanda Rodrigues optou por mudar principalmente os itens do banheiro de seu apartamento. “Paguei um pouco mais caro, mas, mensalmente, a economia compensa o valor do investimento. Troquei os chuveiros e as descargas e estou estudando a possibilidade de utilizar outras ferramentas que me auxiliem na redução do consumo de água e em outras formas de preservar o meio ambiente”, conta.

Economizar e preservar o meio ambiente também foi a intenção do aposentado Francisco Barroso, que optou por instalar no banheiro a descarga com acionamento duplo e, junto com sua mulher tenta aos poucos economizar água no dia a dia da casa. “Pequenas ações fazem toda a diferença e se muitas pessoas se conscientizarem o resultado será benéfico para todos nós. Em casa estamos sempre atentos para economizar durante o banho, na hora de lavar os pratos e também utilizamos a máquina de lavar apenas uma vez na semana”, conta. 

O engenheiro civil Alisson Santos esclarece que “o custo de uma construção sustentável é cerca de 5% maior do que a convencional, e sua utilização pode representar uma economia de 30% de recursos, durante o uso e a ocupação do imóvel. Geralmente, a economia que é gerada acaba valendo a pena e paga o custo de implantar essas tecnologias, sem falar que valorizam a construção no caso de uma futura venda”.

Pensando na economia de água dos seus moradores e na preservação dos recursos naturais, a MRV Engenharia é um exemplo na área de Construção Civil e implementa métodos que viabilizam o uso racional dos recursos naturais na construção dos seus empreendimentos. Sérgio Lavarini, diretor de Relações Institucionais da construtora, conta que, há muito tempo, a empresa tem consciência de que a construção sustentável é um diferencial no negócio e um compromisso responsável com a garantia da qualidade de vida para as gerações atuais e futuras. “Trata-se de um enfoque integrado da própria atividade, uma abordagem sistêmica em busca de um novo paradigma: o de intervir no meio ambiente, preservando-o e, em escala evolutiva, recuperando-o e gerando harmonia no entorno”, destaca o executivo.

Os empreendimentos possuem sistema de captação da água da chuva, processo que consiste em utilizar a água da chuva, tratá-la através de um filtro e utilizá-la em áreas comuns do residencial, além de outras medidas sustentáveis. Lavarini conta que investir em sustentabilidade alavanca as vendas e é motivo de orgulho para os integrantes da empresa. “Os empreendimentos que utilizam alternativas como estas são muito disputados pelos consumidores, além de sensibilizar os funcionários e trazer prestígio para a instituição”, diz. 

Dicas de economia de água

postado por amoura @ 5:28 PM
28 de março de 2013

A água que chega até a sua casa é tratada e custa dinheiro público. Por isso todo desperdício sai caro para o município e para o usuário. A água é fundamental para a saúde, para a higiene e para a alimentação. Temos que economizá-la, ao máximo, principalmente no verão, quando o calor deste período faz o consumo aumentar em até 30% em relação às outras estações do ano.

  •  Feche o chuveiro enquanto for passar o sabonete. Quem não tem esse hábito gasta de 12 a 20 litros de água por minuto. E se deixar o chuveiro pingando são desperdiçados 46 litros por dia.
  • Ao lavar as louças da cozinha não deixe a torneira aberta o tempo todo porque o desperdício pode ser de até 105 litros. O ideal é ensaboá-las e, depois, enxaguar tudo de uma só vez.
  • Na hora de beber água sirva o suficiente para que não haja a necessidade de jogar fora o restante. É preferível encher o copo aos poucos.
  • Na hora da faxina troque o uso da mangueira por vassoura e balde; esse cuidado pode gerar uma economia de até 250 litros de água.
  • Acumule roupas sujas na área de serviço e lave-as todas de uma só vez utilizando o modo ‘suave’ da máquina de lavar, caso não estejam muito sujas. A ação poupará energia.
  • Regue as plantas preferencialmente à noite ou no início da manhã, pois nessas horas mais frias, as plantas absorvem menos água para sobreviver.
  • Lavar o carro com uma mangueira gasta até 560 litros de água em 30 minutos. Quando precisar lavá-lo, opte por usar um balde ou a nova modalidade de lavagem a seco, que só precisa de 250ml do recurso.
  • Elimine os vazamentos verificando o hidrômetro da casa, os canos alimentados diretamente pela água da rua e pela caixa d´água e os reservatórios subterrâneos de edifícios. Um buraco de 2 mm em um cano desperdiça até 3.200 litros de água em um único dia. E quando viajar feche o registro de água.
  • Só consuma frutas da estação. Lembre-se que para se cultivar uma fruta fora de sua época são necessários muitos litros de água.
  • Quem tem piscina em casa o ideal é cobri-la quando não for utilizada, assim,evita-se a evaporação da água.
  • A palavra de ordem, hoje, é reaproveitar. Se possível, instale um sistema de reaproveitamento de água em casa ou mesmo utilize um balde comum. Assim, a água do banho pode servir para a descarga, a da máquina de lavar pode ser útil para limpar a calçada e a que foi usada para lavar as verduras pode irrigar o jardim.

 

Fonte: Portal Eco Desenvolvimento

Hora do Planeta. É amanhã!!!

postado por amoura @ 6:07 PM
22 de março de 2013

A Hora do Planeta é uma iniciativa global da World Wildlife Fund, conhecida mundialmente como WWF, para relacionar o consumo de energia às mudanças climáticas e mostrar como as pequenas ações podem fazer uma grande diferença para minimizar os efeitos do aquecimento global. A Hora do Planeta acontecerá amanhã, 23 de março, das 20h30 às 21h30. Apague a sua luz também!

O McDonald’s, por exemplo, pelo quinto ano consecutivo, os restaurantes  participarão da Hora do Planeta. Amanhã, das 20h30 às 21h30, todos os restaurantes da rede no Brasil desligarão seus luminosos externos, em um ato simbólico contra o aquecimento global e outros problemas ambientais. As páginas da rede no Twitter e no Facebook também serão “apagadas” durante a Hora do Planeta 2013. A empresa ainda realizará uma campanha para incentivar os funcionários, fornecedores e franqueados a desligar as lâmpadas e os equipamentos elétricos em suas casas durante o evento. Além disso, a McDonald’s University, o Instituto Ronald McDonald, o Espaço da Família (Barretos, SP) e as Casas Ronald de Campinas (SP), do ABC paulista e do Rio de Janeiro também apagarão as luzes de suas sedes por uma hora. “Além de promover e participar de importantes projetos que visam a sustentabilidade, o McDonald’s quer engajar seus funcionários na luta pela preservação do meio ambiente”. ressalta o Diretor de Comunicação da Arcos Dourados no Brasil, Hélio Muniz.

Um dos projetos de maior sucesso da rede foi exatamente ideia de um funcionário. O técnico de manutenção Antônio Lindomar da Silva observou que o sistema de ar-condicionado do restaurante em que trabalha, em Natal (RN), gerava uma grande quantidade de água condensada que poderia ser reaproveitada para limpeza da área externa e irrigação de jardins. Com a iniciativa, houve uma economia de 1,2 mil dos oito mil litros que eram consumidos diariamente pelo restaurante.

Outra ação sustentável do McDonald’s foi a implantação de painéis solares em cerca de 60 restaurantes. Com esta prática, a rede conseguiu manter praticamente os mesmos custos com consumo de energia elétrica, apesar do aumento dos restaurantes que passaram a oferecer café-da-manhã, e por isso começam suas atividades mais cedo, da expansão dos pontos com atendimento 24 horas e da quantidade de restaurantes no país.

Além disso, a cultura dos 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) norteia as políticas de compras, a logística de distribuição e também a operação dos restaurantes, com iniciativas como redução de estoques e de materiais utilizados nas embalagens, coleta seletiva e reciclagem de papel.

 

ARTIGO: O ano da água

postado por amoura @ 12:25 PM
22 de março de 2013

Por Luiz Augusto Pereira de Almeida*

O Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, teve um significado especial neste ano: a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) elegeu 2013 como o Ano Internacional da Cooperação pela Água. O objetivo é conscientizar as populações sobre o significado do precioso líquido para a vida e a sustentabilidade da Terra.

Trata-se de um propósito relevante, pois estudos da ONU reiteram um diagnóstico preocupante: mais de um bilhão de indivíduos (o equivalente a 18% da população mundial) não contam com a quantidade mínima aceitável de água potável, carência que se estenderá a dois terços da humanidade (5,5 bilhões de pessoas) já em 2025, caso não se encontrem soluções eficazes. Há, ainda, o risco de que, em 2050, apenas um quarto disponha de quantidade diária suficiente para satisfazer suas necessidades básicas. A escassez também tem forte impacto negativo na área da saúde: 1,7 bilhão de pessoas não têm acesso a sistemas de saneamento básico e 2,2 milhões morrem a cada ano em todo o mundo por consumir água contaminada e contrair doenças como diarreia e malária.

A água ocupa 70% da superfície do Planeta. Porém, a maior parte (97%) é salgada. Apenas 3% do total são constituídos por água doce, o suficiente, segundo a ONU, para atender de modo pleno às necessidades da humanidade, se não houvesse tanto desperdício e poluição. Do total de água doce, 0,01% está em rios, disponível para uso. O restante encontra-se em geleiras, icebergs e subsolos muito profundos. Apesar dos volumes escassos, são as reservas de rios, lagos e lençóis subterrâneos as que utilizamos para produzir alimentos e colheitas, as que mantêm a biodiversidade e os ciclos de nutrientes e atividades humanas.

Nesse contexto, o Brasil tem posição privilegiada, pois detém a maior reserva de água doce, com cerca de 13% do total disponível no planeta. Entretanto, mais de 80% concentram-se em estados pouco povoados da Amazônia e na bacia do rio Tocantins, enquanto regiões do Nordeste sofrem com as secas e a escassez de sistemas de irrigação, segundo relatórios da Agência Nacional de Águas. Não bastassem esses desequilíbrios regionais, determinados pela natureza, há o problema da poluição por resíduos urbanos e industriais, principalmente nas grandes cidades, causado pelo ser humano como subproduto da ausência de planejamento urbano adequado.

Quase todos os municípios brasileiros (99,4%) contam com rede de abastecimento, mas uma em cada cinco casas não têm água encanada, como revela estudo do IBGE. Tal deficiência também decorre do planejamento precário. Além disso, as cem maiores cidades brasileiras desperdiçam anualmente cerca de 2,5 trilhões de litros de água, perdidos em encanamentos velhos, vazamentos, ligações clandestinas e demais problemas na rede de distribuição. O volume que jogamos fora seria suficiente para abastecer durante um ano inteiro todos os 41 milhões de habitantes do estado de São Paulo, esclarece o Instituto Trata Brasil.

Não resolveremos esses problemas sem encarar a realidade. Enquanto a burocracia e o rigor de normas e leis excessivamente limitantes dificultam a realização de projetos urbano-residenciais com água encanada e tratada, redes de esgotos e saneamento básico adequado, há enorme complacência com o uso irregular do solo, a construção irregular de bairros inteiros em áreas devolutas e/ou impróprias para habitações, a poluição de mananciais e  as ligações clandestinas.

 

*Luiz Augusto Pereira de Almeida é diretor da Fiabci/Brasil e diretor de marketing da Sobloco Construtora S.A.

Dia da Água

postado por amoura @ 7:40 AM
22 de março de 2013

Em comemoração ao Dia Internacional da Água, o Jornal A TARDE traz hoje o Caderno Especial Futuro da Água. Nele você encontrará dicas de economia da água, matérias com empresas que se preocupam com a Sustentabilidade Ambiental, além de conhecer algumas ações de preservação da água realizadas por alguns ativistas aqui em Salvador.

Crianças dão dicas de como cuidar da água

postado por amoura @ 7:32 AM
22 de março de 2013

As crianças de hoje aprendem, desde muito pequenas, que cuidar do meio ambiente é preservar a vida humana. Elas crescem tão conscientes dessa missão que, além de protegerem os bens naturais à sua volta, não admitem que adultos cometam atos de agressão à natureza. Deixar a torneira aberta ou o chuveiro ligado enquanto ensaboa a mão ou o corpo, nem pensar. Sair do quarto e não apagar a luz está fora de cogitação. Jogar lixo na rua é um ato tão grotesco e repugnante. Essas e outras atitudes que aprendem na escola são levadas para casa. Os pais, que são de uma geração em que a discussão sobre os cuidados com o meio ambiente não era algo que fazia parte do seu cotidiano, têm muito o que aprender com essa garotada que, certamente, já está contribuindo para um futuro mais responsável com a natureza. Veja alguns depoimentos.

Nícolas Meira, 14 anos

Muitas pessoas, hoje em dia, estão preocupadas com a pequena quantidade de água potável em relação ao total de água no mundo. Outras não acreditam nisso e pensam que, através da tecnologia, poderíamos transformar a água do mar em água potável, o que encareceria o seu valor. Mas, veja por você mesmo, será que apenas uma pessoa iria economizar água suficiente para acabar com esse problema? Claro que não. Mas e se você, seus familiares, amigos, amigos de seus amigos, e assim por diante, colaborassem na preservação, já não seria alguma coisa? O que quero dizer é que não basta apenas uma pessoa ajudar a preservar e economizar água. Tão importante quanto fazer a sua parte, é incentivar outros a fazerem a parte deles também. Pense com calma, reveja pequenas ações que, no dia a dia, possam ser feitas naturalmente, ajudando o meio ambiente e a você mesmo. Para ajudar nisso, trago uma pequena lista com alguns modos de economizar água: ao se barbear ou escovar os dentes, mantenha a torneira fechada, use-a apenas no momento necessário; na hora de lavar as roupas, no caso de quem usa a máquina de lavar, tente aproveitar a sua capacidade máxima, ou seja, acumular uma quantidade boa de roupas para lavá-las todas juntas; ao lavar o carro, tente usar um balde em vez de uma mangueira; conserte as torneiras que estejam pingando; no banho, apenas utilize a água quando necessário, enquanto se ensaboa, permaneça com o chuveiro desligado. Viu como são ações simples? Basta fazer sua parte e espalhar para amigos e familiares essas ações, pois pode ter certeza, vão fazer a diferença. Obrigado por terem lido e espero que façam um ótimo proveito dessas dicas.

 Milena Oliveira, 9 anos

 Todos nós devemos cuidar bem da água porque a usamos para beber, tomar banho, cozinhar, molhar as plantas, navegar, pesquisar etc. O homem está poluindo muito a nossa água e, por isso, ela pode acabar em boa parte da Terra. Temos que cuidar da qualidade da água porque nem toda a água que está na natureza é boa para ser consumida pelo ser humano, pois pode estar contaminada com micróbios que causam doenças como a diarreia e a hepatite. E água poluída dos rios mata os peixes e outros animais aquáticos. Por isso o homem não deve fazer xixi nas águas ou jogar lixo nos rios e no mar para não poluir. Se nós tratarmos a água direitinho, não faltará água no planeta e teremos, em casa, uma água de qualidade para fervemos ou filtrarmos, antes de ingeri-la. Além de cuidar da qualidade da água, temos que nos preocupar em não gastá-la desnecessariamente. Quando a gente está tomando banho, o chuveiro não deve ficar ligado enquanto passamos o sabonete no corpo. E quando formos lavar as mãos, também devemos fechar a torneira enquanto as estivermos ensaboando. São pequenos gestos que a gente tem que se acostumar a fazer no dia a dia para não corrermos o risco de um dia chegarmos em casa e não ter mais água no chuveiro ou na torneira.

 Maria Paula Nunes, 10 anos

A água é um recurso natural muito importante para todos os seres vivos, por isso devemos valorizá-la e economizá-la.Para economizar a água do planeta Terra, devemos tomar alguns cuidados: com as torneiras e chuveiros pingando, ao escovar os dentes desligar a torneira, não deixar a pia ligada após lavar pratos ou roupas e enquanto coloca o sabão.Com essas atitudes não ajudaremos só a nós, e sim ao planeta Terra inteiro. Sempre devemos pensar nas pessoas que hoje já sofrem com o pouco de água que têm através de muito esforço e dedicação! Meu desejo é que todas as pessoas se conscientizem e use a água de forma adequada, pois sem ela não haverá vida na Terra. Eu já estou fazendo a minha parte.

Eu Cuido do Planeta, e você?

postado por amoura @ 6:30 AM
22 de março de 2013

A celebração da água em todo o mundo no dia 22 de março é só uma forma de chamar a atenção para a sua importância no planeta e a necessidade do seu uso sustentável, na opinião de ativistas que se dedicam e buscam desenvolver ações em prol do meio ambiente. É no comportamento do dia a dia das pessoas que elas vão demonstrar maior ou menor consciência do quanto é essencial cuidar e economizar a água. Assim pensam ecologistas da causa, geralmente representando a voz de um projeto social ligado ao tema.

André Papi, biólogo e cio-fundador do Instituto Jogue Limpo

Comprometido com a preservação do meio ambiente, André Papi conta que as mudanças de hábito foram incorporadas no seu dia a dia naturalmente e, hoje, sua consciência está alerta em tempo integral para qualquer situação que significa agressão à natureza ou que gere desperdícios de seus recursos naturais, como a água. “Lá em casa, por exemplo, a água da máquina de lavar é reutilizada. Temos um recipiente de plástico de 200 litros onde armazenamos o líquido para ser reaproveitado em outras situações, como descarga do banheiro ou para passar pano molhado na casa”, conta. No final do mês, ressalta, a diferença na conta é grande. “Com esse processo, economizamos mensalmente cerca de mil litros de água, no ano isso vai para 12 mil litros”, orgulha-se. Vazamentosem torneiras ou chuveiros também são proibidos na casa de André Papi. “Se eu vejo um vazamento, trato logo de consertá-lo porque de gota e gota o volume de água desperdiçado é absurdo”, chama a atenção o ativista que, à frente do Jogue Limpo, desenvolve ações como o Jogue Limpo com Nossas Praias.

Bernardo Mussi, surfista, mergulhador

 Morador há 40 anos da Barra, Bernardo Mussi cresceu em contato com o mar, dizendo ter aprimorado “uma relação espiritual” com o meio ambiente. “É no mar que pratico, desde criança, duas das minhas grandes paixões: o mergulho e o surf. Essas atividades me ensinaram a respeitar e a amar a natureza em qualquer uma de suas manifestações”, revela. Movido pelo sentimento de amor à natureza, Bernardo procura fazer a sua parte compartilhando atitudes positivas difundidas pelo projeto Fundo da Folia, seja em casa, junto à família, no trabalho, com os amigos, pelas redes sociais, no seu blog, nas competições que participa ou nos movimentos sociais. “Acho que atitudes isoladas, a exemplo daquelas realizadas para a correta utilização da água em residências, são fundamentais, porém devem ganhar corpo através da difusão regular entre grupos de pessoas que possam ampliar os seus efeitos. Por isso, sinto a necessidade de estar construindo novas vias para contaminar positivamente outros espaços sociais com minhas atitudes, e não apenas com meu discurso ou com uma ação isolada. Usar corretamente a água deve ser uma noção coletiva, de comunidades, de cidades. Precisamos ampliar esta certeza sobre os efeitos positivos das ações em grupos para a conservação e restauração dos recursos naturais do planeta. Acho que esse é o caminho”, discursa.

 Gilson Galvão, mergulhador

 Ativista das causas em prol do meio ambiente, Gilson Galvão costuma realizar ações de limpeza no fundo do mar de Salvador e sempre diz ficar impressionado com a quantidade de latas de cerveja que encontra no ambiente marinho, principalmente depois do Carnaval. Na sua escola de mergulho, a Bahia Scuba, ele multiplica o número de profissionais que acabam tomando consciência da importância de cuidar e preservar o ecossistema. “A partir do momento que interagem com o mar, esses novos mergulhadores mudam de comportamento e se conscientizam da importância do equilíbrio da natureza. Sem conhecimento de causa, o ser humano tende a não se envolver e, consequentemente, não aprende a dar valor a essas riquezas”, acredita. Se ele vai à praia para curtir, nunca se esquece de juntar os resíduos do que consumir, como lata de cerveja e casca de caranguejo, para levar ao lixo. “Vejo que essa responsabilidade social vem, aos poucos, sensibilizando a minha geração, que não teve essa orientação em sua juventude, bem ao contrário das crianças de hoje, que já crescem com noção de preservação do planeta”, avalia.

Júlio César, técnico de informática e membro do Greenpeace de Salvador

Também atento à preservação do meio ambiente, em especial a água, Júlio César incorporou no seu cotidiano hábitos que contribuem para a sustentabilidade do planeta. “Parecem coisas simples, banais, mas que, no final das contas, fazem uma diferença incrível como, por exemplo, fechar a torneira durante a escovação dos dentes e desligar o chuveiro enquanto se ensaboa”, defende ele, que é membro do Greenpeace, organização mundial com a missão de proteger o meio ambiente. Outro desperdício como lavar o carro usando uma mangueira, jorrando água desnecessariamente, nem pensar, na sua opinião. “Posso deixar meu carro limpo com cinco baldes, economizando pelo menos 20 baldes de água se a lavagem for de mangueira”, contabiliza. Para ele, é uma questão de consciência que se adquire aos poucos, estudando sobre o assunto e percebendo que, além de economizar a água, temos que cuidar da sua qualidade. “Para isso, devemos usar detergentes biodegradáveis, por exemplo, para não poluir os rios, e trocar o óleo do motor em oficinas onde o produto descartado é recolhido e devolvido às fábricas, e não o jogando em um buraco na rua, contaminando o subsolo”, diz.

Arena Fonte Nova é exemplo de sustentabilidade

postado por amoura @ 5:45 PM
21 de março de 2013

A Arena Fonte Nova, cuja obra foi iniciada em 2010 com a demolição do antigo estádio, é um exemplo de sustentabilidade ambiental. Além da reutilização de 100% do material proveniente da demolição da construção anterior e a otimização do consumo de energia elétrica em comparação a uma instalação padrão industrial, uma inovação renovável se destaca: a cobertura do estádio com capacidade de captar a água da chuva para reutilização própria.

“O projeto consiste em fazer a captação de água pluvial a partir da cobertura, canalizá-la até o reservatório de acumulação e, deste, distribui-la para os diversos pontos de aplicação. Depois de filtrada, essa água será utilizada para a irrigação do campo, reserva de incêndio, em vasos sanitários e na central de ar condicionado”, explica o diretor de engenharia da Arena Fonte Nova, José Luiz Góes.

A capacidade total de armazenamento de água da chuva no projeto da Arena Fonte Nova é de 698 mil litros. Anualmente, serão captados 37 mil m³ de água pluvial com este sistema, o que representará uma economia de 72% em épocas de chuva e 24% em períodos de estiagem, segundo dados oficiais.

Flexível, resistente e autolimpante, a cobertura da Arena Fonte Nova traz para o Brasil uma tecnologia inédita que traduz conceitos de sustentabilidade e inovação, como ressalta o engenheiro José Luiz Góes. Ela foi confeccionada com uma matéria-prima chamada PTFE (plástico de alta performance reforçado com  bras de vidro), proveniente dos Estados Unidos, e a membrana é fabricada em Tihuana, no México. Testes realizados nos EUA mostraram alta resistência às correntes de ventos, além de durabilidade e facilidade em manutenção e limpeza.

“Outras características importantes desse material são a leveza e a  exibilidade. Até porque, o conceito de estrutura tensionada utilizada na cobertura da Arena Fonte Nova é flexível por natureza, portanto, ninguém precisa se assustar se a estrutura da cobertura se movimentar”, explica o diretor de Engenharia.

Segundo José Luiz Góes, a preocupação com a escassez de água e a elevação dos custos de energia não-renovável geraram uma atitude responsável quanto ao impacto ambiental
e a sustentabilidade. “O setor imobiliário abraçou a causa e as novas edificações já contam com um sistema de reúso de água”.

A Arena Fonte Nova é a primeira no mundo a receber a Certi cação Internacional de Qualidade ISO 9001 do Sistema de Gestão de Qualidade para o Escopo de Construção de Arenas Multiuso. Depois da realização do processo da implosão da antiga Fonte Nova, a Arena efetivou um processo inédito no Brasil e o segundo realizado na América Latina: o Big Lift, o grande içamento dos cabos de aço tensionados da cobertura, que reuniu uma equipe altamente quali cada de engenheiros da Alemanha, Suíça, França e Estados Unidos.

BRASKEM INVESTE EM CAPTAÇÃO E REAPROVEITAMENTO DE ÁGUAEm

postado por amoura @ 4:34 PM
21 de março de 2012

Em sua Unidade de Petroquímicos Básicos, em Camaçari, a empresa desenvolve dois projetos nesta linha, sendo que um deles já é considerado o maior projeto de aproveitamento de águas pluviais na indústria, com economia prevista de 4 bilhões de litros/ano

 No Dia Mundial da Água, a Braskem reafirma seu compromisso com o meio ambiente realizando dois grandes projetos voltados à captação e ao reaproveitamento da água de chuva em sua unidade de Petroquímicos Básicos (UNIB), em Camaçari. As iniciativas ajudam a preservar importantes fontes de abastecimento de água, como rios e poços, e além de evitarem o estresse hídrico da região, também contribuem para a redução na geração de efluentes.

O primeiro projeto já está em funcionamento desde junho de 2011 e envolve a captação e o reaproveitamento da água da chuva no estacionamento da UNIB, contribuindo diretamente para reduzir a geração de efluentes em aproximadamente 8 mil litros/h. O coordenador do projeto, o engenheiro Sérgio Hortélio, afirma que o investimento de R$ 190 mil da implantação terá retorno em dois anos com a economia proporcionada pela redução do consumo de energia e água, que poderia abastecer 1.600 pessoas.

O segundo projeto está sendo desenvolvido pela Braskem em parceria com a Cetrel e visa à implantação de um sistema de reuso e reciclo de água industrial. Com investimento de R$ 16,5 milhões em obras, equipamentos e tubulações, a meta na primeira fase é fornecer 500 m3 de água pluvial e efluentes tratados por hora para o Polo Industrial de Camaçari, sendo que esse consumo representa 25% da utilização da Braskem em resfriamento das máquinas.

A concretização do maior projeto de aproveitamento de águas pluviais na indústria já está em andamento. Estão sendo realizadas obras de adequação das barragens da Bacia de Contingência do Complexo Básico do Polo de Camaçari, para que esta possa acumular água de chuva e diluir os efluentes, ajudando em sua segregação e posterior tratamento. A partir das adaptações que estão sendo feitas na estrutura será possível economizar aproximadamente 4 bilhões de litros de água  por ano. As obras já estão avançadas e a previsão é que o sistema esteja operando a partir de setembro de 2012.

Atualmente a água usada pela Braskem e demais indústrias do Polo é captada nos rios Joanes e Jacuípe. O projeto de captação e reutilização da água da chuva substituirá essas fontes, sendo uma iniciativa positiva tanto no aspecto ambiental, poupando a água dos rios e dos poços, como também na produção de insumos básicos, fundamentais para o funcionamento das indústrias do Polo, tendo em vista que o fornecimento de água não será afetado pelo período de seca. “Não queremos depender dessa fonte cada vez mais utilizada pela população, inclusive da capital. Passamos dificuldades na operação, durante os períodos de estiagem, quando as comportas da barragem que represa o rio precisavam ser abertas para abastecer Salvador”, finaliza Hortélio.