Transposição do Rio São Francisco motiva discussões e disputa política

posted by amoura @ 1:36 PM
2 de dezembro de 2009

Rio São Francisco

 Protagonista da tragédia brasileira da seca histórica e crônica, o Nordeste foi palco das discussões acirradas em torno da proposta de Transposição das Águas do Rio São Francisco para as regiões mais áridas. Ponto polêmico que mais gerou debate político do que técnico e científico. A ideia de transpor as águas do Velho Chico já data dos tempos do Império e retomaram força na gestão de Fernando Henrique Cardoso, com a assinatura do documento “Compromisso pela Vida do São Francisco”, propondo a revitalização do rio e a construção de canais de transposição, além da transposição do Rio Tocantins para o Rio São Francisco.

 A pauta não avançou muito e seguiu em frente pela gestão de Luis Inácio Lula da Silva, onde teve maior espaço para polêmica. Estudos foram realizados e deram origem ao Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional. A matéria foi aprovada pelo Conselho Nacional de Recursos Hídricos. Antes disso, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) considerou que as águas só seriam utilizadas fora da bacia em casos de escassez comprovada e para consumo humano. A observação veio do fato de que o rio já se encontra bastante degradado e a  disputa jurídica segue.

 O movimento social buscou diferentes formas de articulação e oposição no início do projeto, considerando seu estado de desgaste e não apostando na transposição como melhor modelo de sanar os problemas da seca nordestina. O tema foi amplamente discutido em espaços, como o Fórum Social Nordestino e o Fórum Social Mundial, além de seminários e audiências públicas entre diferentes espaços de reflexão e articulação política. O gesto emblemático de contraposição à proposta do governo foi a greve de fome do frei Luiz Cappio, da diocese da Barra, na Bahia, que se deu duas vezes em dois anos na tentativa de diálogo com o governo Lula. O bispo deu visibilidade à luta de muitos e procurava demonstrar para o poder público e para a sociedade o equívoco do projeto, que beneficiaria apenas 4% da população do campo (dados da Comissão Pastoral da Terra – CPT).

 O assunto está silencioso na pauta, embora ainda cause incômodo no movimento social. De acordo com Renato Cunha, coordenador do Grupo Ambiental da Bahia (Gambá), organização não-governamental pioneira nas discussões sobre meio ambiente no estado, a sociedade civil está observando quais serão os rumos do projeto para reaquecer a luta. “Estamos aguardando para ver o que acontece a fim de reestruturar a atuação. O debate sobre a transposição e a forma como ela deverá acontecer não pode ser esquecido nem silenciado” conclui o ativista.


Entre abundância e escassez: os dois lados da mesma moeda

posted by amoura @ 1:18 PM
2 de dezembro de 2009

 

O Brasil detém 12% da água doce mundial, o que nos garante abundância em algumas regiões, mas completa escassez em outras

O Brasil detém 12% da água doce mundial, o que nos garante abundância em algumas regiões, mas completa escassez em outras

 Nós simplesmente possuímos 12% da água superficial terrestre. É muito nesses tempos que indicam escassez desse líquido tão poderoso e vital. Nesse contexto, a Amazônia se destaca com seus grandes rios, regiões inteiras encharcadas, chuvas abundantes e densidade demográfica bastante baixa. Por outro lado, quando nos aproximamos mais do centro e do litoral brasileiro, a população aumenta junto com a demanda de água. E a oferta, para o lado de cá, não é tão vasta assim. Mas para o Nordeste então, a coisa complica e aí temos uma das regiões de maior estresse pela água não somente do Brasil, mas do próprio continente e do mundo, gerando mazelas sociais graves, ainda não superadas pelas novas gerações. A seca e os longos períodos de estiagem não somente afetam a natureza árida, mas a perspectiva de vida de toda uma população que não vivencia plenamente o direito humano à água. Desafios de uma terra tão grande quanto desigual. Assim como somos.

 Esse País tão rico em água ainda não consegue garantir que esse direito alcance de forma igualitária a todos. Por aqui, apenas 41% das casas são atendidas por rede de abastecimento de água. Desse número, menos da metade (57,4%) possui sistema de coleta de esgoto sanitário. Outro dado é o desperdício dos recursos hídricos desperdiçados em até 30% pelas redes de abastecimento, segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento. A situação se agrava quando pensamos nos nossos próprios hábitos de consumo e falta de racionalização do uso. Por aqui, a maior parte da água é utilizada na agricultura. A indústria cada vez mais explora a utilização de águas subterrâneas através da abertura de poços artesianos – outro potencial forte de nosso território, mas que demanda estudo e gestão racional.

 No Norte, está localizada a maior bacia hidrográfica da América do Sul, a Bacia Amazônica, cujo potencial hídrico superficial se mostra bastante alto, ampliado pela baixa demanda hidrográfica e pesquisas em torno das águas subterrâneas, promissoras na região por se apresentarem mais frequentemente nos terrenos sedimentares. Mais ao sul, foi descoberto recentemente o Aquífero Guarani, localizado na Bacia Sedimentar do Paraná, com uma área de mais de 1,2 milhão de quilômetro quadrado. Essa verdadeira mina estende-se pelo Brasil (Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) com 840.000 quilômetros quadrados), Paraguai (58.500 quilômetros quadrados), Uruguai (58.500 quilômetros quadrados) e Argentina (255.000 quilômetros quadrados). Estima-se que ele possa conter mais de 40 mil quilômetros cúbicos de água, o que é superior a toda a água contida nos rios e lagos de todo o planeta. Outra riqueza é a Bacia do Rio da Prata, que nasce no Brasil e se expande para terras dos países mais próximos. Do outro lado do País, cá na beira do Atlântico, o Nordeste com seus nove estados partilha apenas 4% da água doce disponível no Brasil.


Bacias Hidrográficas de Salvador

posted by amoura @ 5:17 PM
26 de novembro de 2009

“Por suas características geoclimáticas, de relevo acidentado e umidade elevada, a cidade de Salvador apresenta uma rica rede hidrográfica, diversa em ambientes aquáticos, com rios extensos, originalmente formados por significativas áreas alagadas, dominadas por densa vegetação ripária, abrigo de várias espécies animais e vegetais, tais como aves e répteis, inclusive sucuris e jacarés, este último, praticamente desaparecido. Além disso, registra-se ainda a ocorrência de lagos e lagoas, muitos nas regiões de depressão entre dunas, resultantes da exposição do lençol freático. Todo esse conjunto hídrico compõe as bacias hidrográficas localizadas no Município, as quais podem ser organizadas em, ao menos, dez: Barra, Camurujipe, Cidade Baixa, Cobre, Ipitanga, Jaguaribe, Lucaia, Pituaçu, Pituba e Subúrbio.”

O título deste post e o texto acima retirado do documento “Bacias Hidrográficas no Município de Salvador: Iniciativas de Gestão Integrada”, publicado em outubro de 2006, pela SMA (Superintendência do Meio Ambiente) da prefeitura de Salvador pode estranhar a muitos, inclsuive a mim mesmo quando li o referido documento. Afinal, não vemos tantos rios (quanto mais bacias hidrográficas) e um clima quase intocável quanto o descrito acima. Mas vamos explicar um pouco.

 “Bacias hidrográficas são regiões  compreendidas entre divisores de água, ou divisores topográficos, que são zonas de elevação, na qual toda a água aí preciptada escoa, pela ação da gravidade, por um único exutório (ponto mais baixo, no limite de u sistema de drenagem)” (Vacabulário básico de recursos naturais e meio ambiente. BRASIL, 2004,).bacias hidrográficas

De acordo com essa definição, o PDDU 2000 de Salvador elencou 10 bacias hidrográficas na capital baiana:

  • Barra (585,9 ha de área, 1,9km de extensão, com  foz na Barra e Ondina);
  • Lucaia (1.396 ha, 5,5km de extensão, com foz no Rio Vermelho);
  • Ptuba (sem área nem extensão definida, mas com foz na Pituba);
  • Camurujipe (4.401 ha, 13,4 km de extensão e tem o Costa Azul como foz);
  • Pituaçu (2.815 ha, 9,4 km de extensão e foz no bairro de mesmo nome);
  • Jaguaribe ( 6.068 ha, 15,2 km de extensão e foz em Jaguaribe);
  • Ipitanga, Cidade Baixa, Subúrbio sem extensõe nem áreas definidas e com fozes nos bairrs de respectivos nomes;
  • Cobre, também sem área nem extensão definidos e com foz no bairro de Pirajá.

tororo

Acontece que o crescimento desordenado da cidade, ações antrópicas direta ou indiretamente ligadas à vida dos rios acabou matando, como já comentei em outros tópicos, diversos rios da cidade.  Ou foram completamente soterrados (como a bacia da Pituba, onde só restou a lagoa) ou poluídos, como a 2ª maior bacia hidrográfica da cidade, a Camurujipe. O resultado é que hoje, temos em Salvador, assim como nas outras grandes cidades brsileiras, pouquíssimas bacias hidrográficas com água poável e que podemos chamá-las de rios.

Comentando sobre o Camurujipe, outro dia com um amigo, não fiquei surpreso com o espanto dele em saber que o esgoto a céu aberto que passa por grande parte da cidade era na verdade um rio. Pelo menos um dia assim foi. Não me surpeendo porque rio, no imaginário comum, é aquele curso d’água que desde a sua nascente até su foz passa por diversas paisagens levando água para molhar as margens e servindo de habitat natural para peixes, anfíbios, répteis e outros seres vivos. Mas o que vemos e um canal concretado por onde passa um líquido escuro, repelto de lixo e com um mal cheiro.

Uma prova do morte dos rios de Salvador é o baixíssimo índice de Oxigênio Dissolvido (OD). Segundo dados do documento do SMA, as bacias da Barra, Lucaia, Pituba, Camurujipe, Pituaçu, Jaguaribe e do Subúrbio apresentam OD menor que 4 mg/L. A bacia do Ipitanga OD entre 4 e 6 mg/L e somente a do Cobre acima de 6 mg/L. A maioria dos seres não sobrevivem com menos de 5 mg/L. Veja abaixo uma tabela de seres e suas respctivas resistências aos níveis de OD.

pituba

Esse texto foi enviado por Osvaldo Arruti Lyrio. Publicitário e graduando em administração, ele é um colaborador voluntário do blog Futuro da Água de A TARDE.


Água: líquido precioso que move a TERRA

posted by amoura @ 7:11 PM
19 de novembro de 2009
O líquido precioso presente em todos os campos da vida terrestre está ameaçado pelo consumo descontrolado, poluição e mudanças climáticas. Especialistas apontam que se a mudança não vir logo, o futuro da água é sombrio e incerto

O líquido precioso presente em todos os campos da vida terrestre está ameaçado pelo consumo descontrolado, poluição e mudanças climáticas. Especialistas apontam que se a mudança não vir logo, o futuro da água é sombrio e incerto

Desde os primeiros anos na escola, a gente aprende que a vida na Terra só é possível porque temos água. Ela é nosso alimento, nossa energia,  mata a sede, refresca a pele, faz o mundo andar e girar mais bonito, nesse azul sempre intenso. E as gerações mais atrás sempre tinham a concepção de que a água era uma espécie de bem infinito, que nunca teria fim e estaria aí sempre ao nosso dispor. Hoje, crescidos, continuamos sabendo que a vida não existe sem ela, contudo a consciência de que esse bem é finito e demanda de urgente mudança de hábito é onde está a novidade. A quantidade de água doce no mundo costuma ser a mesma há alguns séculos, a grande variação está na mudança do consumo e na explosão populacional do mundo. Como se não bastasse o aumento crescente de humanos sobre o planeta, a contaminação da água seja por esgoto ou por substâncias tóxicas contribui para a restrição significativa do pouco que existe.

De acordo com dados da ONU, a imensa maioria da água disponível sobre a terra está nos mares e oceanos, o que equivale a 97,6%. A água doce corresponde aos 2,4% restantes e desse número 0,31% não estão na forma de gelo. Isso significa dizer que menos de 0,02% estão disponíveis em rios e lagos na forma de água própria para consumo. Desse quadro, a realidade do acesso a água nos países se apresenta de forma variada e desigual, enquanto a América do Sul concentra os maiores aquíferos do mundo e o Brasil, com a floresta Amazônica, possui cerca de 11,6% da água potável no mundo, a África tem toda a área do sub-Saara já sem reservas de água. No Oriente Médio, a escassez do líquido amplia as muitas tensões políticas existentes naquela região.

Em 2001, mais de 140 países comprometeram-se em garantir até 2015 um acesso mais significativo das populações à água potável e tratada. Contudo, houve poucos avanços depois da assinatura desse compromisso e a previsão do relatório anual das Nações Unidas indica que em 2050 mais de 45% da população mundial não poderá contar com a porção mínima individual de água para necessidades básicas. O mesmo documento estima que hoje 1,1 bilhão de pessoas não têm acesso à água doce. E os indicativos de aumento populacional nas próximas décadas deve agravar a situação.

Para a professora Joana Angélica Guimarães Luz, diretora do Instituto de  Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável da Universidade Federal da Bahia – UFBA, todo o alarde e previsões sombrias com relação ao futuro da água no mundo tem sentido. “Há algum fundamento nesse alarme, principalmente em função dos problemas de contaminação e uso excessivo. A demanda por água cresce a cada dia, seja para projetos de irrigação, energia e o próprio consumo humano e animal, associado a essa demanda temos a questão ambiental que é cada vez mais alarmante, com os desmatamentos e o lançamento de efluentes contaminados. Diante desse cenário as perspectivas futuras não são muito animadoras, teríamos que ter toda uma mudança de postura em relação ao consumo e cuidados com esse bem tão precioso” explica. Ela acredita que seria um nível de consciência no qual cada pessoa seria responsável por economizar e cuidar para não poluir uma determinada quantidade de água.

Ela observa que a quantidade de água no planeta se mantém constante, o que muda é a forma como essa água está distribuída. “O aumento da demanda faz com que busquemos a água subterrânea que, em princípio, está mais protegida dos problemas de contaminação direta, uma vez que os rios são os primeiros a receber as cargas contaminantes. Essa busca pela água subterrânea faz com que os lençóis freáticos sofram um rebaixamento afetando mais uma vez os rios, com a diminuição da vazão dos mesmos”.

Mudanças Climáticas – Em paralelo a toda questão de poluição e contaminação, correm as preocupações com as mudanças climáticas, que afetam diretamente na mudança na distribuição da água em todo o planeta. A distribuição não se dá de forma igual, visto que existem locais em que temos excesso de água e outros em que há escassez. Justamente essa diferença é o que garante a existência de ecossistemas variados e a riqueza da diversidade biológica. A pesquisadora sinaliza que “com as mudanças climáticas, e consequentes alterações nas correntes atmosféricas e marinhas, responsáveis pela circulação de água em toda a Terra, há o  risco de ocorrer inversão de climas em algumas regiões. Ou seja, lugares onde há excesso de água passarem a tornar-se secos e lugares onde há escassez registrarem excesso, essas inversões podem provocar o desaparecimento de importantes ecossistemas”.

Este é um momento de paradoxo. O homem alcançou o maior nível tecnológico de sua história, com desenvolvimento econômico em muitos países que o faz querer extrair do planeta tudo o que ele pode nos dar para tornar nossas vidas mais confortáveis e práticas. Mas esse desenvolvimento econômico, tecnológico e todos os hábitos de consumo que ele proporciona fazem com que a Terra não suporte mais as demandas dessa sociedade, com populações cada vez maiores. “Criamos os conceitos de tecnologias limpas, ecologicamente correto, preservação ambiental, etc, entretanto, esses conceitos não terão um impacto significativo se continuarmos agindo de forma predatória, ou seja, a cada nova usina para geração de energia, a cada novo grande projeto de irrigação, a cada nova indústria temos que nos perguntar se realmente precisamos disso ou se serve apenas para um aumento de capital e consumo. Será que esse dito desenvolvimento sustentável existe mesmo ou estamos apenas utilizando artifícios para calar a nossa consciência de que estamos destruindo o planeta”, questiona a pesquisadora. É claro que as ações individuais, a economia de água em casa, o cuidado com a disposição do lixo e dos agentes poluidores são importantes, mas tudo isso passa por uma mudança de comportamento. Quantos bens de consumo que nós temos  poderiam ser dispensáveis? Será que gastamos água de forma irresponsável, como se ela nunca fosse acabar?


A água e o esgoto

posted by amoura @ 11:45 PM
9 de novembro de 2009

A água e o esgoto

Como sabemos a água própria para o consumo é a água potável, para ser considerada boa para o ser humano ela deve atender os padrões de potabilidade. Se em sua composição houver alguma substância que modifique estes padrões ela é considerada poluída e necessita passar por um tratamento nas Estações de Tratamento de Água (ETA), para se tornar adequada ao nosso consumo. 

O Esgoto é a água que já utilizamos em nossas casas, no comércio e na indústria, a água suja. O esgoto é a mistura da água que usamos para lavar louça, tomar banho, dar descarga no vaso sanitário, escovar os dentes com outras substâncias como produtos químicos, etc. Através das Estações de Tratamento de Esgotos (ETE) essa água suja é tratada e devolvida à natureza.

Você conhece a ETA e ETE da sua cidade?


Cuide dos mananciais

posted by amoura @ 1:33 PM
8 de novembro de 2009
Crédito: Erik Salles
Crédito: Erik Salles

Os mananciais são a fonte de onde é retirada a água para o abastecimento e o consumo. A qualidade da água dos mananciais e a preservação ambiental são fatores primordiais para garantir o abastecimento público. No entanto, os mananciais que abastecem a população vêm sendo comprometidos pelo desmatamento, a exploração incorreta do solo, a utilização exagerada de agrotóxicos, entre outras tantas formas de agressão. As principais conseqüências dessas agressões são: a poluição das águas, o desaparecimento dos mananciais, assoreamento, comprometimento do meio ambiente, da saúde humana e animal etc.

Para preservar os mananciais, mantenha a vegetação natural ao longo dos rios, ribeirões e nascentes, não utilize agrotóxicos no solo sem orientação de técnicos e não jogue lixo nos lagos, mares, rios e córregos.


Há escassez de água no Brasil?

posted by amoura @ 1:32 PM
8 de novembro de 2009

Há escassez de água no Brasil?

Como podemos entender a escassez de água no Brasil, se aprendemos na escola que o país abriga a maior bacia hidrográfica do planeta? A maior parte da água doce do mundo está aqui no Brasil, porém essa água é mal distribuída. Essa água fica localizada na Bacia Amazônica; mas grande parte da população está nos grandes centros urbanos, onde o consumo de água é maior.

Para que não venha faltar água em nosso planeta, é necessário usar a água de forma eficiente e adotar tecnologias mais eficazes.


O que podemos fazer?

posted by amoura @ 4:23 PM
5 de novembro de 2009

Hoje nossa revolta será traduzida apenas por algumas imagens do fotógrafio Luciano da Matta da Agência A Tarde e a pergunta: o que podemos fazer com isso?


Embasa faz reflorestamento no Lago do Rio da Dona

posted by amoura @ 12:32 PM
3 de novembro de 2009
Ag. A TARDE

Ag. A TARDE

Cerca de 1,6 mil mudas de espécies nativas e frutíferas foram plantadas pela Embasa – um dos apoiadores do Projeto Futuro da Água, no Lago do Rio da Dona, em Santo Antonio de Jesus. O reflorestamento da mata ciliar visa recuperar a vegetação no entorno, evitando assoreamentos e erosões, e assim mantendo a qualidade do manancial. A ação contou com a parceria do Ministério Público, SRH, CRA, Semarh, EBDA, Ibama, Uneb, UFRB,  prefeituras municipais de Santo Antônio de Jesus, Varzedo, São Miguel das Matas e Laje, grupos ambientalistas Gana,  Gambá e  ribeirinhos.

De acordo com o superintendente de Meio Ambiente e Projetos da Embasa, Júlio Mota, há uma expectativa de que esse trabalho repercuta em outras localidades. “Estamos dando o primeiro passo para a recuperação do Rio da Dona, mas é importante ressaltar que deve ser um trabalho contínuo. A água é um elemento essencial à vida. Temos que agir constantemente para ter nossos mananciais protegidos e preservados”, afirmou.

O terreno plantado, além de estar em dia com a legislação ambiental, também será auto-sustentável. Entre as espécies nativas, como aroeirinha, angelim, boleira e gurindiba, foram plantadas também mudas árvores frutíferas, como caju, cajá e açaí. Jorge Sales, proprietário de um terreno às margens do rio, vai aproveitar as frutas para fazer polpas. Em quatro anos as árvores já estarão desempenhando sua função ecológica de proteger a barragem.


Você sabe que rio é esse?

posted by amoura @ 11:48 AM
29 de outubro de 2009

Selecionamos 04 imagens de rios da Região Metropolitana de Salvador e gostaríamos de saber se vocês sabem identificar o verdadeiro nome deles.

Topa o desafio?

Rios da RMS